Alice descobriu como falar seus Rs redondos... está radiante. Passou o dia arranjando frases com Rs... Foi um tal de "vou sair poR aqui, só porque sei falar isso!"
E a cada R falado, era seguido de um largo sorriso de satisfação!
É... minha bebê se foi, e agora ela consegue até falar PARALELEPÍPEDO!
terça-feira, 30 de agosto de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Minha pequena Iara
"Mãe, sabe que eu sou metade humana e metade bota?"
"Oi? Como assim, filha?"
"É que eu sou quase uma 'seeia'... sou uma 'iaia'!"
É... definitivamente estamos na semana do folclore na escola!
"Oi? Como assim, filha?"
"É que eu sou quase uma 'seeia'... sou uma 'iaia'!"
É... definitivamente estamos na semana do folclore na escola!
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quinta-feira, 25 de agosto de 2011
A independência
Sete horas da manhã e eu estava tentando manter meus olhos abertos para vestir Alice. Percebi que não tinha nenhuma calça de uniforme passada e expliquei a ela que ela poderia ir de calça jeans. Abri a gaveta e peguei uma calça jeans qualquer, a primeira da gaveta, para ser bem sincera.
"Não, mãe, essa eu não queio, queio a outa!" Ela rapidamente exclamou.
"Alice, dá na mesma, são quase iguais. Vai com essa mesmo, filha!"
"Mãe, olha só, se a calça é minha, quem tem que decidi que calça eu vô usá, sô eu!" Argumentou aquela criaturinha.
Vejam bem, em geral nem dou trela para argumentos sobre roupa. A roupa que eu pego é a que usa e pronto. Mas, do nada, uma criatura de pouco menos de 1 metro de altura, às 7 horas da manhã, me pega de surpresa com uma frase dessas... foi um soco na boca do estômago da minha persona galinha poedeira. Parei, respirei, acordei e expliquei.
"É, filha, você tem toda razão, não tem porque eu não deixar você escolher qual calça jeans você quer botar..."
E, num passe de mágica me ocorreu que o tempo passou e que a minha bebê, aquela toda gordinha e cheia de dobrinhas, cresceu e já é capaz de escolher sua própria calça...
Alguém para o tempo, por favor!
"Não, mãe, essa eu não queio, queio a outa!" Ela rapidamente exclamou.
"Alice, dá na mesma, são quase iguais. Vai com essa mesmo, filha!"
"Mãe, olha só, se a calça é minha, quem tem que decidi que calça eu vô usá, sô eu!" Argumentou aquela criaturinha.
Vejam bem, em geral nem dou trela para argumentos sobre roupa. A roupa que eu pego é a que usa e pronto. Mas, do nada, uma criatura de pouco menos de 1 metro de altura, às 7 horas da manhã, me pega de surpresa com uma frase dessas... foi um soco na boca do estômago da minha persona galinha poedeira. Parei, respirei, acordei e expliquei.
"É, filha, você tem toda razão, não tem porque eu não deixar você escolher qual calça jeans você quer botar..."
E, num passe de mágica me ocorreu que o tempo passou e que a minha bebê, aquela toda gordinha e cheia de dobrinhas, cresceu e já é capaz de escolher sua própria calça...
Alguém para o tempo, por favor!
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terça-feira, 23 de agosto de 2011
Ainda reagindo ao irmãozinho
Na sua implicância inicial com o fato de seu irmãozinho ser um homem, Alice decidiu se recusar a escolher um nome. No primeiro momento dizia que o nome tinha que ser Alício, e, agora, disse que o nome deve ser Vnazvnazvnazinho! É... isso é dito à perfeição cada vz que ela repete o nome... mas, andava dizendo que um bom apelido seria Ovo Podrinho!
Mas isso tudo em meio a gargalhadas farrentas e intercalado com mil beijos e abraços no irmãozinho que ela já diz adorar.
Hoje a levei comigo para ver uma ultrassonografia. No momento que ela viu a imagem na tela, ficou boquiaberta. Em seguida exclamou que estava vendo o irmão, e que ele estava dando tchau para ela (de fato, ele estava abanando os bracinhos... me surpreendeu ela identificar isso tão bem na imagem de ultrassom!). Daí em diante passou o resto do tempo mandando beijos e exclamando: "Oi meu irmãozinho fofinho!".
Já na saída do consultório ela começou a admitir que, mesmo ela decidindo chamar o irmão de Vnazvnazvnazinho, eu e o pai poderíamos chamá-lo como quiséssemos. E o apelido de Ovo Podrinho já virou Meu irmãozinho Muito Fofinho!
COmo eu pude viver tanto tempo antes de dar essa felicidade a ela?
Mas isso tudo em meio a gargalhadas farrentas e intercalado com mil beijos e abraços no irmãozinho que ela já diz adorar.
Hoje a levei comigo para ver uma ultrassonografia. No momento que ela viu a imagem na tela, ficou boquiaberta. Em seguida exclamou que estava vendo o irmão, e que ele estava dando tchau para ela (de fato, ele estava abanando os bracinhos... me surpreendeu ela identificar isso tão bem na imagem de ultrassom!). Daí em diante passou o resto do tempo mandando beijos e exclamando: "Oi meu irmãozinho fofinho!".
Já na saída do consultório ela começou a admitir que, mesmo ela decidindo chamar o irmão de Vnazvnazvnazinho, eu e o pai poderíamos chamá-lo como quiséssemos. E o apelido de Ovo Podrinho já virou Meu irmãozinho Muito Fofinho!
COmo eu pude viver tanto tempo antes de dar essa felicidade a ela?
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quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Alice e o Irmãozinho
Alice queria uma irmãzinha, disso nunca fez muito segredo. Aceitava falar em irmãozinho ou irmãzinha, mas, esperava, na verdade, uma irmãzinha.
O resultado do exame de sexagem fetal chegou quando ela estava na escola. Quando fui buscá-la, contei a ela a novidade. Ela sorriu e saiu animadamente para contar para os amigos que era um menino. Mas, quando chegou pertinho de mim falou, num ar meio decepcionado, que preferia uma irmã.
Expliquei a ela que a natureza não tinha querido assim e que irmãozinho é muito legal!
E entramos no carro para voltar para casa.
No caminho paramos na porta do trabalho do meu marido, para ela poder "contar" para ele a novidade. Só que, quando ela contou, não sei se caiu a ficha ou o que aconteceu, mas começou a chorar, dizendo que não queria um irmão, mas uma irmã.
"Eu ODEIO irmãozinhos, eu QUEIO irmãzinha, eu pedi uma irmãzinha, não vou amar meu irmãozinho!"
Conversa, conversa, conversa, e, depois de uns 20 minutos de choro, diz que se for irmãozinho não poderá usar as roupinhas que foram dela. Explico que isso não é verdade, que muita coisa ele vai aproveitar. Ela, depois de meia dúzia de perguntas, acaba aceitando que irmãozinho é legal, mas, sem muita empolgação.
Agora ela já está mais satisfeita, já entendeu que com o irmão, ela continuará sendo a única princesa dentro de casa, e que poderá, finalmente, ter um príncipe para brincar com ela o tempo todo. Já entendeu que ele, provavelmente, não roubará todas as bonecas e barbies dela (mentira, ele VAI roubar, tenho certeza!hahaha). Enfim, está conformada e contente, já dá mil beijos na barriga e abraços e carinhos, mas, no fundo, no fundo, ainda está se adaptando à idéia de que não é uma irmã!
O resultado do exame de sexagem fetal chegou quando ela estava na escola. Quando fui buscá-la, contei a ela a novidade. Ela sorriu e saiu animadamente para contar para os amigos que era um menino. Mas, quando chegou pertinho de mim falou, num ar meio decepcionado, que preferia uma irmã.
Expliquei a ela que a natureza não tinha querido assim e que irmãozinho é muito legal!
E entramos no carro para voltar para casa.
No caminho paramos na porta do trabalho do meu marido, para ela poder "contar" para ele a novidade. Só que, quando ela contou, não sei se caiu a ficha ou o que aconteceu, mas começou a chorar, dizendo que não queria um irmão, mas uma irmã.
"Eu ODEIO irmãozinhos, eu QUEIO irmãzinha, eu pedi uma irmãzinha, não vou amar meu irmãozinho!"
Conversa, conversa, conversa, e, depois de uns 20 minutos de choro, diz que se for irmãozinho não poderá usar as roupinhas que foram dela. Explico que isso não é verdade, que muita coisa ele vai aproveitar. Ela, depois de meia dúzia de perguntas, acaba aceitando que irmãozinho é legal, mas, sem muita empolgação.
Agora ela já está mais satisfeita, já entendeu que com o irmão, ela continuará sendo a única princesa dentro de casa, e que poderá, finalmente, ter um príncipe para brincar com ela o tempo todo. Já entendeu que ele, provavelmente, não roubará todas as bonecas e barbies dela (mentira, ele VAI roubar, tenho certeza!hahaha). Enfim, está conformada e contente, já dá mil beijos na barriga e abraços e carinhos, mas, no fundo, no fundo, ainda está se adaptando à idéia de que não é uma irmã!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Mae de menina, mãe de menino
Hoje descobri que segundinho é um menininho. Estou muito muito muito feliz, afinal, vou ter a experiência de ser mãe de menina e de menino... mas, e a tensão?
Nunca tomei conta de um pinto. Todos que conheci, já chegaram a mim cuidados e auto-suficientes... agora vai ter um pinto que dependerá totalmente de mim????
Mas, é isso, ainda estou sob o efeito da notícia e da novidade... ainda não contei para a Alice... outra hora volto, com um pouco mais de lógica, ok?
Nunca tomei conta de um pinto. Todos que conheci, já chegaram a mim cuidados e auto-suficientes... agora vai ter um pinto que dependerá totalmente de mim????
Mas, é isso, ainda estou sob o efeito da notícia e da novidade... ainda não contei para a Alice... outra hora volto, com um pouco mais de lógica, ok?
sábado, 13 de agosto de 2011
Dia de Zé Gotinha
Hoje foi dia de Zé Gotinha. Alice já foi tomar a dela. Já saiu de casa perguntando se era dia de "gotinha eca" e anunciando que "É ruim, mas eu tenho que tomar!"
Chegou no posto, botou o linguão pra fora, recebeu as gotinhas, fez uma careta, avisou ao enfermeiro que era "eca" mas que ela precisava tomar. E saiu de lá toda contente com cara de missão cumprida!
Agora, só no ano que vem!
Chegou no posto, botou o linguão pra fora, recebeu as gotinhas, fez uma careta, avisou ao enfermeiro que era "eca" mas que ela precisava tomar. E saiu de lá toda contente com cara de missão cumprida!
Agora, só no ano que vem!
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