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sexta-feira, 27 de abril de 2012

Felicidade de mãe

Felicidade de mãe pode ser traduzida assim!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Os índios

Alice está aprendendo sobre os índios. Acha tudo muito legal. Me explicou que eles falam "tupin guaranin" e que foram os primeiros brasileiros. Depois falou que queria conhecer um índio de verdade e que em Copacabana tinha índios...
Eu sei que ir a Copacabana é, cada vez mais, um programa de índio, mas, ainda estou tentando descobrir onde encontro essa tribo que mora por lá!

domingo, 8 de abril de 2012

A Princesa e o Grão de Feijão

Alice foi dormir na casa da avó. Logo antes de dormir, pediu para a avó colocar um grão de feijão (na verdade foi de ervilha seca, mas na falta dessa, aceitou o feijão) debaixo do colchão. Explicou que, se ela fosse uma princesa de verdade, sentiria o grão de feijão e dormiria mal a noite inteira por conta dele. Imaginem qual não foi sua decepção ao deitar-se e não sentir grão de feijão nenhum, correto?
Pois, eis que a avó, sem que ela percebesse, colocou uma coisa um pouco maior do que o tal grão debaixo do colchão e explicou que o problema é que ela tinha deitado errado.
Assim, na esperança de ser uma verdadeira princesa, Alice deitou-se de novo, da forma que a avó recomendou. E, como esperado, sentiu o tal grão (ou aquilo que ela acreditava ser o grão) e foi dormir (mal, lógico) toda contente por ser uma verdadeira princesa!
Pouco sabe ela que grão de feijão ou não, ela, no meu livro, é muito mais do que uma princesa!
Só torço para que ela não decida agora jogar feijões mágicos pela janela para chegar no castelo de algum gigante!

sábado, 7 de abril de 2012

O Destino e a Vida

"Mãe, quando eu tinha 3 anos, eu vomitei no sofá da vovó, lembra?"
"Lembro, filha..."
"Talvez eu vomite de novo agora, que tenho 4, né?"
Devo ter olhado para ela com aquele olhar perdido, de quem não está entendendo nada, porque ela logo partiu para explicação:
"É que, mãe, nós não decidimos o que acontece com a gente... quem decide é a vida, sabe?"
Novamente, meu olhar deve ter traduzido a grande confusão que passava na minha cabeça, afinal, não é todo dia que ouço uma nanica de 4 anos filosofando sobre a vida e o destino, né?
"É, mãe, talvez a gente fique velhinho, talvez não... eu vou ficar velhinha... o Lucas também... e você também... o papai... ahhh, ele já é, né!"
E eu não consegui mais me fazer de séria, ataque de riso foi pouco par ao que eu tive. E o pai... bem... está ainda agora tentando entender porque ele é tão velhinho!rs

sexta-feira, 6 de abril de 2012

Ovos em fuga

Desde o nascimento do irmão, Alice vive um dilema sobre dormir na casa da avó. Ao mesmo tempo que quer, usa a desculpa de que o irmão ficará com saudade dele e não vai. Nesse "vai não vai", decidiu que dormiria lá na noite de sábado para domingo próximo, e, para reafirmar isso, declarou:
"Eu preciso dormir na casa da vovó porque o coelhinho da páscoa não pode passar lá em casa, senão a Luna (nossa pastora), pega ele... e os ovos, é claro... o coelhinho ainda pode fugir, mas os ovos não, né?"
E, seguindo essa lógica veremos se realmente ela conseguirá vencer o dilema!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Como nasce uma defensora do parto normal

Durante a gravidez do Lucas, Alice me perguntou várias vezes como ele sairia da minha barriga. Eu sempre expliquei que ela tinha saído por uma costurinha porque ela estava com pressa de chegar, mas que talvez o Lucas saísse pela perereca, como muitos bebês saiam.
Alice trabalhou isso durante a minha gravidez inteira. Questionava o fato de que a perereca era pequena e o bebê grande e como poderia passar, questionava como eu saberia que estava na hora do Lucas sair. E todos os seus questionamentos receberam respostas sinceras, sem rodeios nem fantasias.
Já no final ela participou ativamente dos 3 dias que eu tive contrações, muitas vezes segurando na minha mão e me dizendo que ia passar.
Tenho total ciencia de que é muito para uma criança de 4 anos, mas, como sou totalmente contra a criação de mitos acerca do processo reprodutivo, preferi assim.
Alice ficou ao meu lado até a hora que eu fui para a sala de parto e assim que voltei de lá, ainda anestesiada da cintura para baixo, ela pôde deitar ao meu lado e sentir a segurança de que tudo estava bem comigo.
Durante a minha recuperação da cesárea (sim, foi cesárea e outra hora conto a história completa), Alice ficou sempre ao meu lado e pode perceber como é chata a recuperação, mesmo para uma pessoa que, como eu, teve uma recuperação super boa.
E assim, Alice, desde o nascimento do irmão, declara que só terá filhos se for pela perereca! E ainda justifica: "pela perereca dói bem menos e não fica costurada depois!"
Muito bem, filhota, parto normal, lute por ele!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

A lógica do Pastel

Alice sentou com o seu tradicional pastel de feira nas mãos. Olhou para o dito e declarou ao pai:
"Sabia que pastel é porque parece uma pasta? Olha o formato dele!!!"
É... espero que ela não decida escrever sobre a origem das palavras!rs